Micareta de Feira 2025

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Com braço imobilizado, Oh Polêmico arrasta uma multidão pelo circuito Maneca Ferreira

Cantor mostrou que sua presença de palco e o carisma são suas maiores armas para manter a galera animada Show de superação e energia. Mesmo com o braço imobilizado devido a um acidente automobilístico ocorrido a caminho de Feira de Santana, o cantor Oh Polêmico, um dos maiores nomes do pagodão baiano na atualidade, não deixou a dor ou as condições adversas impedirem sua apresentação na terceira noite da Micareta 2025, neste sábado (3). Com muita disposição, ele arrastou uma multidão de foliões pelo Circuito Maneca Ferreira, que se entregaram à festa apesar das chuvas torrenciais. Oh Polêmico, que foi atração contratada pela Prefeitura para animar o folião pipoca, subiu ao trio com uma energia contagiante, que contagiou o público e fez a chuva se tornar apenas um detalhe diante do fervor da Micareta. Com o braço imobilizado, o cantor não se intimidou e, mesmo com um movimento limitado, mostrou que sua presença de palco e o carisma são suas maiores armas para manter a galera animada. A apresentação foi marcada por sucessos que são hits absolutos do pagodão, como “Bebê Vem Me Amar” e “Revoada”. A multidão acompanhava cada verso e batia no ritmo das músicas, criando uma conexão forte com o artista, que mesmo com a limitação física, fazia questão de se entregar completamente à performance. A força da sua voz e o poder de sua música quebraram qualquer barreira, e a chuva não foi capaz de apagar a chama do seu show. Durante a apresentação, Oh Polêmico também aproveitou para compartilhar com o público sua relação com a Micareta de Feira de Santana. Ele destacou a importância da festa em sua carreira e revelou que, no próximo ano, tem o desejo de lançar seu próprio bloco na folia momesca, ampliando sua participação na maior festa popular da cidade. “A Micareta de Feira é uma festa que eu respeito muito. Aqui, tudo acontece de forma intensa e verdadeira. Esse é um lugar que me acolheu e, no ano que vem, quero trazer mais alegria e mais gente para comemorar comigo. A ideia de lançar um bloco é real, e vamos trabalhar para que se torne realidade”, revelou o cantor a interagir com o prefeito José Ronaldo. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Márcia Porto faz homenagem a Carlos Pitta e Bel da Bonita na Micareta de Feira

Cantora emocionou o público ao recordar o legado de dois grandes ícones da música de Feira de Santana A noite deste sábado (3), no terceiro dia da Micareta de Feira, também foi marcada por um momento de profunda emoção e reverência no Circuito Maneca Ferreira. A cantora feirense Márcia Porto, com sua voz marcante, fez uma belíssima homenagem aos músicos feirenses Carlos Pitta e Bel da Bonita, que faleceram este ano. Acompanhada de sua banda, Márcia Porto emocionou o público ao recordar o legado de dois grandes ícones da música de Feira de Santana. Com sua interpretação carregada de sentimento, ela falou sobre a importância de ambos para a cena musical baiana e a cidade, destacando como suas contribuições foram fundamentais para o crescimento e o fortalecimento da cultura local. Carlos Pitta, compositor prolífico de mais de 600 músicas, foi um dos grandes nomes da música n Bahia e no Brasil. Márcia Porto relembrou a obra do artista, que sempre levou o amor pela sua terra natal em cada acorde e verso. “Carlos Pitta foi um dos maiores poetas e compositores da Bahia e do Brasil. Seu legado de amor por Feira de Santana é imortal”, disse Márcia, antes de entoar uma das canções mais emblemáticas de Pitta, “Cometa Mambembe”.  Além de Carlos Pitta, Márcia também fez questão de recordar Bel da Bonita, outro grande nome da música baiana que nos deixou recentemente. Bel foi conhecido pela sua autenticidade e por fundar o grupo Africania.  A Micareta de Feira, que continua até a madrugada da próxima segunda-feira (5), ganhou, assim, uma dose de emoção e reflexão, mostrando que, além da festa e da alegria, a música é também uma forma de manter viva a memória dos que fizeram história na cena cultural de Feira de Santana. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Chuva não apaga o brilho da apresentação do cantor Jau no Circuito Charles Albert

Apresentação atraiu bom público à Praça da Kalilândia Na penúltima noite da Micareta de Feira, neste sábado (4), o cantor Jau levou sua poesia musical ao Circuito Charles Albert, na Praça da Kalilândia. Nem mesmo a chuva foi capaz de tirar o brilho da apresentação que atraiu bom público ao espaço.  Protegidos por guarda-chuva e capas plásticas, os fãs do artista e demais foliões, que preferem esse espaço alternativo da festa longe da agitação dos trios elétricos, acompanharam todo o repertório cantando e dançando, mesmo embaixo de chuva. Jau abriu a apresentação com “Flores da Favela”, o que levou o público de imediato a acompanhar cantando em um só coro.  Em seguida, puxou a canção “Com Carinho”.  Outros sucessos como “Do Jeito que Seu Nego Gosta” e “Com Carinho” também marcaram a apresentação. Entre o público, casais, crianças e famílias, o que revela que o Circuito Charles Albert continua sendo o espaço alternativo de quem busca uma Micareta mais calma, regada a boa música e alegria.  AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Olodum arrasta bom público sob chuva no sábado de Micareta

O repertório do Olodum, que mistura samba-reggae, axé e batidas africanas, empolgou os foliões A chuva que insistiu em cair sobre Feira de Santana neste sábado (3) não foi suficiente para apagar a energia vibrante da Micareta. A terceira noite do evento foi marcada pela presença de uma das bandas mais icônicas da música baiana: o Olodum. Conhecida pela batida forte de seus tambores e pela mistura de ritmos afro-brasileiros, a banda arrastou uma multidão de foliões para o circuito Maneca Ferreira, confirmando seu status de atração imperdível da festa. Apesar da chuva constante, que não deu trégua durante boa parte da noite, o público não se intimidou e seguiu atrás do trio elétrico, dançando e cantando ao som inconfundível do Olodum. A banda, com sua energia contagiante, fez do tempo chuvoso uma mera formalidade. Como sempre, a grande bateria do Olodum levou os foliões ao delírio, com a percussão marcando o ritmo de cada passo e dando o tom da festa. O repertório do Olodum, que mistura samba-reggae, axé e batidas africanas, empolgou os foliões com clássicos que marcaram a carreira da banda, como “Festa no Olodum”, “Canto das Três Raças” e “Masculino e Feminino”. Não faltaram também canções que fazem parte da memória afetiva do carnaval baiano, arrastando uma multidão de foliões. Olodum, mais uma vez, mostrou sua força e relevância, não apenas como um ícone musical, mas como um movimento cultural que perpetua a identidade baiana. A performance da banda na Micareta de Feira foi um lembrete do poder da música e da resistência, e que, para o Olodum, não existe tempo ruim quando se trata de fazer a festa. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Lá Vem Elas com La Fúria: o casamento que agitou o sábado de Micareta

Fantasiados de personagens do clássico Alice no País das Maravilhas, centenas de homens desfilaram pelo circuito Um dos momentos mais aguardados da Micareta de Feira de Santana deste ano foi, sem dúvida, o encontro perfeito entre o bloco Lá Vem Elas e a banda La Fúria. A combinação explosiva desses dois gigantes da festa fez o Circuito Maneca Ferreira ferver na noite deste sábado (3), criando uma verdadeira “festa das maravilhas” para os foliões. Fantasiados de personagens do clássico Alice no País das Maravilhas, centenas de homens travestidos de mulher desfilaram pelo circuito, trazendo toda a irreverência e a energia do bloco Lá Vem Elas. E a sinergia entre o bloco e a banda Lá Fúria não poderia ter sido mais perfeita. Juntos, transformaram a avenida em um verdadeiro espetáculo de música e alegria, arrancando gritos e aplausos de milhares de foliões. A banda Lá Fúria, com seu pagodão baiano e axé, aqueceram os corações e contagiaram a multidão com sucessos que já são sinônimo de festa em todo o estado. O público não parou de cantar e dançar enquanto o vocalista Bruno Magnata e a backing vocal Bia Cavalcanti interpretaram clássicos como “Setecentas Galinhas”, “40 Graus na Bahia”, “Adestrador de Tcheca”, e outros hits que fazem parte do repertório preferido dos baianos. A mistura de axé e pagode, com aquele tempero de irreverência, fez a avenida vibrar a cada acorde. Mas não parou por aí! O público também foi presenteado com a energia contagiante de sucessos do pagodão baiano, como “Vou Mergulhar” e “Mete Seu Cachorro”, que fizeram todos os presentes se entregarem à batida envolvente. E para quem pensava que Lá Fúria se limitava ao pagode, a banda surpreendeu com arranjos especiais de músicas bregas, mostrando que o ritmo e a diversão podem vir de qualquer gênero musical. O bloco Lá Vem Elas, o maior da Micareta de Feira e um dos mais tradicionais, manteve sua essência e mais uma vez desfilou sem cordas, garantindo a democratização da folia e permitindo que todos, seja do bloco ou folião pipoca, se sentissem parte da festa. A proposta de liberdade e inclusão do bloco faz com que a festa seja para todos, sem distinção. A mistura de irreverência, diversão e música de qualidade foi a receita do sucesso desse “casamento” entre Lá Vem Elas e La Fúria, que arrastou milhares de foliões e confirmou, mais uma vez, que a Micareta de Feira de Santana é uma das maiores e mais democráticas festas do Brasil. A festa continua até a madrugada da próxima segunda-feira (05), e a expectativa é que o clima de alegria e descontração permaneça por todo o evento. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Babado Novo agita a Micareta de Feira debaixo de chuva

Mari Antunes fez do inclemente tempo um detalhe irrelevante A chuva que insistiu em cair na noite deste sábado (03) não foi suficiente para esfriar a animação dos foliões no Circuito Maneca Ferreira. A banda Babado Novo, liderada pela poderosa Mari Antunes, fez do inclemente tempo um detalhe irrelevante, levando o público a agitar com intensidade e alegria, como se fosse um verdadeiro dia de verão. Ao cruzar a avenida, Mari colocou todo mundo para dançar e cantar, mostrando que o novo sucesso da banda, “Frevo da Novinha”, veio para contagiar e conquistar os corações dos feirenses. A combinação de sua voz marcante e o ritmo envolvente do frevo e do axé fez a chuva desaparecer, e o clima de festa, sem igual, tomou conta do circuito. Além do hit mais recente, a vocalista do Babado Novo soltou seu famoso vozeirão e embargou os corações dos presentes com clássicos que marcaram sua trajetória, incluindo sucessos de outras estrelas da música baiana que brilharam com a banda, como “Largadinho”, “Beijar na Boca”, “Bola de Sabão”, “Amor Perfeito” e “Caranguejo”, entre muitos outros. A cada música, o trio elétrico se transformava em uma verdadeira festa, com a multidão cantando em coro e se entregando ao ritmo contagiante da banda. A apresentação do Babado Novo trouxe, ainda, uma conexão visceral com o público. A banda, que tem uma relação estreita com o Carnaval baiano, demonstrou uma sintonia perfeita com os foliões de Feira de Santana. Mari Antunes, com seu sorriso cativante e carisma natural, deixou claro que a energia do folião pipoca de Feira tem uma força própria. “Assim como no Carnaval, aqui na Princesinha do Sertão tudo só começa depois da Micareta. A vibe de vocês é única, é de quem sabe celebrar com alma e coração”, disse Mari, durante o show, ao se dirigir aos foliões animada. Babado Novo, mais uma vez, reafirma seu papel essencial no cenário da música baiana, conquistando o público com sua mistura de hits e carisma, e provando que a Micareta de Feira, mesmo debaixo de chuva, não perde a essência da alegria e da celebração. A energia dos foliões e a presença contagiante de Mari Antunes fizeram dessa apresentação uma das mais memoráveis da festa, deixando todos com o gostinho de quero mais. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Dionorina brilha na Micareta; segunda apresentação do reggae man foi neste sábado

Compositor feirense é referência internacional O terceiro dia da Micareta 2025 foi marcado por um dos momentos mais esperados do Palco do Reggae: a apresentação de Dionorina. O cantor feirense, conhecido por sua trajetória sólida dentro e fora do país, encantou o público com um repertório que misturou crítica social e poesia urbana, firmando-se como uma das principais atrações da noite. Natural de Feira de Santana, Dionorina é considerado uma das grandes referências culturais da cidade. Sua música, com raízes no reggae, já ecoou em palcos da Europa e diversas partes do Brasil, levando o nome da de Feira para além das fronteiras. Esta foi a segunda vez que Dionorina se apresenta nesta edição da Micareta — na quarta-feira (30), pré-abertura da festa, ele animou o público na Praça da Matriz. No Palco do Reggae, sua performance foi marcada por composições emblemáticas como Jorge Radical e Lindo Sonho, em parceria com o também artista feirense e já falecido, Jorge de Angélica. O artista também interpretou Cobra Coral, duas canções de Jorge de Angélica que são referência tanto no Brasil quanto na Europa, e Porrada de Polícia, música composta em parceria com Jorge Magalhães (in memoriam), que traz à tona temas de violência e resistência. O casal de comerciantes de Salvador, Tânia Cardoso de Jesus, e Laurindo Gonçalves vieram curtir a festa desde a quinta-feira (1). “O reggae prega a paz, irmandade, harmonia. É tudo de bom”, disse Laurindo considerado a Micareta “uma festa boa e muito nem organizada”. O show de Dionorina foi marcado ainda pelas participações da cantora de reggae roots, Gel Mix, que trouxe o tema da inclusão social, e Tulipa Negra, cantora de rap. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Samba-reggae de Tonho Matéria deu o tom no circuito

Cantor é conhecido por seu tom irreverente e por suas letras que exaltam a cultura baiana e a resistência do povo A noite deste sábado (3), terceiro dia da Micareta de Feira, foi marcada pela presença de um dos maiores ícones da música baiana, o cantor Tonho Matéria. Com seu samba-reggae autêntico e inconfundível, o artista levou a galera ao delírio no Circuito Maneca Ferreira, mostrando mais uma vez por que é uma das grandes referências do gênero. Apesar da chuva fina que insistia em cair sobre os foliões, o clima da festa foi tudo, menos ameno. O público se entregou à alegria e à vibração do som de Tonho Matéria, que, com sua energia contagiante, transformou a água que caía em algo irrelevante diante da intensidade da folia. Ao contrário do que seria de se esperar, a chuva parecia apenas dar um toque a mais de autenticidade e brasilidade à festa, tornando o samba-reggae ainda mais envolvente. Com um repertório repleto de clássicos que marcaram sua carreira, como “Nego Dito”, “Vem Na Beira”, e “Swinga Comigo”, Tonho Matéria fez do Circuito Maneca Ferreira um verdadeiro caldeirão de ritmos, onde o samba e o reggae se fundem com as batidas da percussão baiana, criando uma atmosfera única. O cantor não apenas cantou, mas fez questão de interagir com o público, arrancando aplausos e cantos em uníssono. A mistura de ritmos que caracteriza o samba-reggae, aliada à sua habilidade de criar uma conexão instantânea com a plateia, fez com que o show de Tonho Matéria fosse um dos momentos mais memoráveis da micareta até o momento. O público, com roupas coloridas e sorrisos largos, se entregou à batida dos tambores e ao groove do reggae, dançando sem parar. “É uma alegria imensa ver esse público tão vibrante. A Micareta de Feira é a festa da nossa gente, e trazer a nossa música, o samba-reggae, para esse público tão maravilhoso, é sempre uma honra”, afirmou Tonho Matéria durante a apresentação, visivelmente emocionado com a recepção calorosa do público feirense. O samba-reggae de Tonho Matéria, conhecido por seu tom irreverente e por suas letras que exaltam a cultura baiana e a resistência do povo, se fez ainda mais presente neste sábado, não só como uma expressão musical, mas como um verdadeiro símbolo da festa, que reúne diversidade, alegria e muita energia positiva. Com a chuva dando o tom de autenticidade e a percussão marcante do samba-reggae no ar, Tonho Matéria fez a folia pulsar no Circuito Maneca Ferreira, deixando claro que a Micareta de Feira, mais uma vez, está em plena sintonia com as raízes da música baiana. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Flavinho comandado pelas foliãs do Bloco Lá Vem Eles

O circuito Maneca Ferreira foi invadido por uma explosão de irreverência, empoderamento e pura energia Pagodart puxando o bloco Lá Vem Eles. Embora a grade de programação indicasse Flavinho como o grande comandante do cortejo, a realidade foi bem diferente. O que se viu na avenidam neste sábado (3), terceiro dia da Micareta de Feira, foi uma multidão de mulheres vestidas como comandantes, dando o tom da folia e levando o bloco com uma energia avassaladora. Elas estavam fantasiadas de forma criativa e ousada, com uniformes que mesclavam elementos militares e náuticos, e esbanjaram atitude, descontração e empoderamento. O circuito Maneca Ferreira foi invadido por uma explosão de irreverência, empoderamento e pura energia com o desfile do Bloco Lá Vem Eles, o primeiro da Micareta de Feira formado exclusivamente por mulheres travestidas de homens. O desfile do Bloco Lá Vem Eles, que é sempre um dos mais aguardados da micareta, trouxe a proposta de brincar com as convenções tradicionais da festa, quebrando estereótipos e celebrando o protagonismo feminino de uma maneira única. O trio elétrico da banda Pagodart tocava os hits da swingueira e o já tradicional grito de guerra “Pagodaaaaaaaaaaaarrrrt” ecoava por toda a avenida. A multidão de foliões, tanto associados do bloco quanto os que se juntaram ao grupo como folião pipoca, era uma verdadeira mistura de alegria e sintonia. Não havia quem ficasse parado. O ritmo era contagiante e a energia emanava de todos os cantos, acompanhando o trio com fervor e empolgação. O Bloco Lá Vem Eles é um exemplo de como a Micareta de Feira, ao longo dos anos, se reinventou, celebrando a diversidade e o empoderamento feminino, ao mesmo tempo em que mantém a tradição de uma das festas populares mais icônicas do Brasil. Este ano, não foi Flavinho quem comandou o bloco, mas sim milhares de mulheres que, com suas fantasias criativas e seus espíritos livres, comandaram com maestria a folia. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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Palco Luciano Mello leva irreverência ao circuito da Micareta

No local, a oportunidade imperdível para aprender novas coreografias No circuito Maneca Ferreira, o Palco do dançarino Luciano Mello é o endereço certo da alegria há 20 anos durante a Micareta. No local, a oportunidade imperdível para aprender novas coreografias e estar sempre atualizado com todos os ritmos da festa. Na tarde deste sábado (3), Luciano Mello recebeu a visita do prefeito José Ronaldo e a primeira dama Ivanete Rios, acompanhados da filha Camila. Aproveitou para ensaiar com o chefe do Executivo mais uma de suas coreografias e, juntos, reforçarem a campanha em defesa dos direitos das mulheres e contra a violência. No palco receberam também os músicos da banda A Mulherada, acompanhada da secretária de Políticas para as Mulheres, Neinha Bastos, que estavam de passagem pela avenida com o bloco Delas promovendo o fortalecimento da campanha contra a violência contra as mulheres. AS INFORMAÇÕES SÃO DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

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